Shein e Temu desafiam Amazon, que investe em novos negócios na China

Autor

Jackson

Compartilhar

Receba antes de virar post

Assinar a newsletter

A Amazon está intensificando seus esforços para atrair vendedores da China em meio à concorrência crescente da Temu e Shein, ambas originárias da China. A empresa planeja abrir um “centro de inovação” perto de Shenzhen, focado em apoiar vendedores da Ásia-Pacífico no lançamento de produtos e digitalização. A Amazon também oferece aos vendedores chineses acesso à sua cadeia de suprimentos de ponta a ponta.

Embora a Amazon não opere mais na China, o país continua sendo crucial para as empresas que desejam alcançar a base global de clientes da Amazon. Em 2023, os itens vendidos por vendedores chineses na Amazon aumentaram mais de 20%, e o número de vendedores chineses com vendas acima de US$ 10 milhões cresceu 30%.

A concorrência na região vem da Temu, associada à PDD Holdings, e da Shein, que transferiu sua sede para Cingapura. A Shein, conhecida por moda rápida, lançou um marketplace abrangente. A Temu, um mercado digital variado, aumentou sua presença, representando 20-25% das impressões de anúncios no Google no quarto trimestre.

A Shein protocolou um IPO nos EUA, mas enfrenta escrutínio por questões ambientais, vínculos com a China e alegações de trabalho forçado. A Temu, com publicidade proeminente, aumentou sua presença online.

Para competir, a Amazon reduziu as taxas para vendedores, especialmente em roupas abaixo de $15, visando atrair sellers da Shein e Temu.

Última atualização

18 de dezembro de 2023

Continue lendo

Conteúdo ajuda. Uma consultoria Platinum ao seu lado ajuda mais.

Somos uma das poucas consultorias Platinum certificadas pelo Mercado Livre no Brasil. Se a sua operação chegou no teto, a conversa começa aqui.

Solicitar análise